segunda-feira, 26 de julho de 2010

“ Gastos crescem de modo a alcançar a renda ”

Normalmente as pessoas procuram formas de ganhar mais dinheiro, seja com novas fontes de renda, investindo em aplicações de maior retorno ou pedindo aquele aumentinho para o chefe. Mas será que mais dinheiro significa melhor bem-estar no longo prazo?

Em 1955, um professor inglês chamado Cyril Northcote Parkinson teorizou na revista “The Economist” a que hoje é chamada Lei de Parkison.

Depois de observar que a burocracia e o funcionalismo público britânicos cresciam mais que a quantidade de trabalho, Parkinson enunciou que “o trabalho se expande de modo a ocupar o tempo disponível para que ele seja completado”.

Com o tempo, a Lei de Parkinson foi adaptada a outras áreas como a economia, onde surgiu a chamada segunda Lei de Parkison e que é enunciada da seguinte forma:

“Os gastos crescem de modo a alcançar a renda.”

Essa lei tem um impacto curioso nas finanças pessoais porque a maior parte das pessoas que por algum motivo passa a ganhar mais dinheiro acaba por aumentar seus gastos proporcionalmente.

Naturalmente conforme os anos passam é natural que as pessoas tendam a ter gastos mais elevados por causa de novos itens que incorporam em suas vidas como carro, casa, filhos etc. Porém, o maior problema não é o aumento dos gastos, mas é qual é o aumento na proporção dos gastos em comparação com a renda.

O impacto disto estará no longo prazo já que o aumento da renda deveria ser refletido também na capacidade de poupança. Em outras palavras, se alguém poupa R$ 100,00 por mês com um salário de R$1000,00, deveria aumentar sua poupança para pelo menos R$ 200,00 caso passe a ter um salário de R$ 2000,00.

De nada adianta no longo prazo manter os mesmos R$ 100,00 por mês de poupança pela vida inteira porque o benefício do aumento de renda não vai se refletir em bem-estar no futuro quando a pessoa deixará de receber o salário.

A melhor coisa a se fazer, portanto, é procurar aumentar o seu nível de gastos em uma proporção menor ao aumento de renda que você tem. Desta forma, você melhora sua condição de vida agora, mas sem o perigo do consumo impulsivo e exagerado; e no futuro com a mágica dos juros sobre juros a seu favor.

Se você preferir pensar de outra forma, saiba que as pesquisas mostram que a felicidade relativa de pessoas com altíssima renda não é maior do que de outras pessoas. Isso acontece porque chega-se a um ponto em que gastar muito dinheiro não implica em aumento da satisfação pessoal.

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

A mentalidade de um verdadeiro rico

Acho que todos concordamos que uma das coisas mais importantes para se alcançar um objetivo é tomar decisões que nos direcionem ao caminho certo.

Mas parece que algumas pessoas tomam as decisões mais acertadas do que outras e mais rápido acabam alcançando o que querem. Será que essa gente é mais inteligente ou capaz do que outras pessoas?

Uma coisa que quero desmistificar é que, ao contrário do que possa parecer, todos nós tomamos decisões acertadas em um momento ou outro. Porém, temos mentalidades e objetivos diferentes, portanto, as decisões nos levarão a caminhos e resultados diferentes.

E o que então afeta as nossas decisões?

Basicamente decidimos em função daquilo que nos trás mais satisfação e conforto pessoal. Nossa mentalidade nos direciona a tomar decisões que nos dão prazer, bem-estar e tranquilidade.

Isso é muito claro naquilo que envolve o dinheiro. Na mentalidade de algumas pessoas, gastar dinheiro traz muito mais satisfação do que poupar e investir, portanto, suas decisões serão quase sempre neste sentido, ou seja, no sentido de comprar por comprar ou de se desfazer do dinheiro por um capricho.

Já a mentalidade de outras pessoas está no sentido oposto, ou seja, poupar, investir e empreender são as principais fontes de satisfação com o dinheiro. Essa é a mentalidade que predomina naqueles que eu chamo de verdadeiros ricos. São as pessoas que valorizam o dinheiro não apenas por aquilo que ele compra, mas por aquilo que o dinheiro produz.

O que proponho aqui é que você pense no tipo de mentalidade que predomina em você. Pense naquilo que lhe trás mais satisfação quando o assunto é dinheiro. Imagine a seguinte questão: ter o carro do ano mesmo que financiado lhe traria mais orgulho e bem-estar do que ter um carro usado e dinheiro investido?

Se você concluir que sua mentalidade é mais de gastador do que de poupador, investidor e empreendedor, é preciso que você comece a transformá-la para aí então tomar decisões cujo objetivo final é ser rico.

Para isso, associe aspectos positivos como independência, liberdade, tranquilidade, status, orgulho, prosperidade etc ao poupador e investidor e associe ao gastador coisas negativas como dependência, dívida, cobrança, angústia, futuro incerto etc. Veja o quadro abaixo:


Esta “técnica” lhe ajudará a progressivamente encontrar muita satisfação em poupar e investir e a repudir gastos desnecessários.

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Qual é a liquidez de suas finanças pessoais?

Com frequência os economistas se referem ao termo “liquidez” quando analisam a situação financeira de empresas ou até de países.

Acho interessante extrapolar os conceitos econômicos para nossa vida financeira. Vale lembrar que as regras financeiras macroeconômicas e empresariais são muito bem desenvolvidas e estudadas, então por que não aplicar algumas destas idéias em nossas finanças pessoais?

Para explicar a importância da liquidez financeira pessoal, farei uma analogia de nossa vida financeira com uma caixa d’água.

Na parte de cima de uma caixa d’água está conectado um cano de entrada de água da rua.

Também em cima da caixa está outro cano que é chamado ladrão. A função do ladrão é retirar água da caixa caso o nível suba além do que deveria.

No fundo da caixa está o cano de consumo de água onde estão ligadas as torneiras, chuveiros, descargas etc.

Agora imagine que o cano de entrada de água da rua é seu rendimento mensal (salário, aluguéis, rendimentos financeiros, comissões etc) e que o cano do fundo são os seus gastos. Imagine ainda que a água existente na caixa é o seu patrimônio (casa, carro, aplicações etc).

Durante o mês vai entrando e saindo água da caixa. Se você controla seus gastos e se preocupa em poupar, no final do mês a caixa transborda, ou seja, haverá mais água entrando do que saindo. Isso quer dizer que você ganha mais do que gasta. Ótimo!

Essa água excedente vai vazar pelo ladrão e você, que não é bobo, coloca um balde para armazenar a água que sai do ladrão.

Agora pense o seguinte: se você em um caso de urgência, por exemplo, em um incêndio de média proporção, precisa de água, qual dos recipientes, balde ou caixa, é mais fácil usar para apagar o incêndio?

Obviamente é mais fácil usar o balde primeiro, simplesmente porque a água do balde pode ser usada mais rápido e sem desperdício do que toda aquela água da caixa de uma vez. Portanto, a água do balde tem maior liquidez do que a da caixa.

Financeiramente falando, os recursos que sobram todos os meses e são separados em um ativo financeiro com alta liquidez podem, em caso de urgência, ser convertidos em dinheiro mais rápido sem perda do valor. Essa é a definição de liquidez.

Todo mundo sabe como é difícil vender um imóvel ou mesmo um carro no caso de precisar de dinheiro rápido. Você acaba tendo que depreciar o valor para tentar vender rápido. Essa situação é muito ruim e preocupante.

Portanto, em sua vida financeira, é sempre importante manter um “balde com água” pronto para usar em caso de urgência.

A melhor forma de ter esse “balde” é ter dinheiro em fundos de renda fixa ou mesmo na poupança que são aplicações com rendimento sempre positivo, mesmo no curto prazo, e que não penalizam muito o rendimento caso você tenha que usá-lo rápido.

Mas, e se o “balde” transborda?

Essa é uma excelente oportunidade para você pensar em ter uma caixa d’água maior, ou seja, é o momento de aplicar em ativos menos líquidos no curto prazo, como imóveis, empresas, títulos ou mesmo ações.

Interessado em saber de outros conceitos financeiros? Leia então:

Dicas para automatizar sua vida financeira
Custo de oportunidade: ele também atrapalha você de ser rico
O valor do dinheiro ontem, hoje e amanhã

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Você é forçado a gastar naquilo que não precisa

Pense na seguinte questão: você já comprou ou compra coisas que acaba não usufruindo 100% ou que tem tamanho ou quantidade exagerados para aquilo que você realmente precisa?

Uma infinidade de coisas devem ter passado por sua cabeça, desde a caixa de remédios com dez comprimidos que você acaba tomando apenas seis, o pacote de biscoitos que você comeu metade e a outra metade murchou, o seu celular que tem dezenas de funções que muitas você até desconhece, o carro que tem lugar para 5 pessoas, mas você usa 80% das vezes para apenas 1 pessoa ou o CD que vem com dezenas de músicas e você se interessa só por duas.

A indústria precisa de mercado consumidor em volume para manter suas máquinas funcionando e assim garantir a sua sobrevivência. Algumas indústrias, no entanto, são hábeis em gerar o consumo forçado de uma parcela significativa do que produzem.

Mas por que consumo forçado? Forçado porque para buscar lucros crescentes as indústrias sempre dão um jeito de vender cada vez mais do mesmo e uma forma de fazer isso sem que o comprador questione é aumentando o tamanho, a quantidade ou adicionando funções.

A questão é que se refletirmos bem, muito do que vem a mais nos produtos não nos interessa ou simplesmente não precisamos.

O grande problema desta atitude não é apenas que isso é mais um sorvedouro de nosso dinheiro e afeta nosso plano de ser rico, mas que em alguns casos há impactos negativos a nossa própria saúde e ao meio-ambiente.

Se pensarmos na indústria alimentícia, por exemplo, é fácil perceber que o exagero nas quantidades e nos tamanhos é uma causa dos problemas alimentares e da obesidade. O interesse desta indústria vai muito além de simplesmente matar nossa fome e sede.

Isso é bastante evidente nos Estados Unidos onde as porções de comida preparadas ou industrializadas e de bebidas açucaradas cresceram cada vez mais nas últimas décadas criando milhões de obesos.

A indústria automobilísca também é um exemplo disto. Apenas muito recentemente existem carros mais compactos para uma ou duas pessoas. Durante décadas esta indústria apenas projetou e fabricou carros cada vez maiores e mais bebedores de gasolina.

A poderosíssima indústria farmacêutica vem lutando fortemente contra a venda de remédios em dose única. Isso porque se as pessoas tiverem a liberdade de chegar na farmácia e pedir exatamente a quantidade prescrita pelo médico, o volume de vendas cairá.

Não sei quanto a você, mas se eu tivesse juntado tudo o que me sobrou de remédio desde que eu era criança e eles tivessem dentro da validade, daria para abrir uma farmácia…

O pior é que esta estratégia das indústrias ao longo do tempo acostumou mal o consumidor e criou hábitos ruins de consumo. É difícil encontrar alguém, por exemplo, que não tenha o desejo de ter um carrão utilitário ou um poderoso televisor de 50 polegadas.

Em alguns casos, como com alimentos, é possível escapar do consumo forçado recorrendo, por exemplo, à compra a granel. Porém, em muitos casos cabe a nós mesmos buscar alternativas ou exigir das empresas produtos menores e mais simples.

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Parcimônia é coisa de rico. Pão durismo é coisa de pobre.
Por que pagamos mais caro por aquilo que tem marca?
O preço da conveniência

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Trabalho duro realmente nos faz ser ricos?

O tema deste artigo certamente é fonte de muita polêmica e controvérsia. Desde nossa infância somos levados a crer que o trabalho duro dignifica a pessoa e nos leva ao reconhecimento social e à prosperidade financeira.

Mais do que encerrar este assunto, proponho com este artigo debater os acertos e os erros desta idéia e vincular ela ao propósito deste blog que é chegar a “ser rico” de forma “barata”.

Toda sociedade está repleta de valores fundamentais. A nossa não é diferente.

Desde a mais tenra idade somos levados a acreditar e a difundir temas de cunho moral e cívico. Estes temas acabam ficando tão entranhados na nossa cabeça que no passar dos anos não temos nem vontade nem disposição de contrapô-los. Eles viram verdades incontestáveis.

É o caso do trabalho chamado “duro”.

Trabalhar é parte essencial da nossa vida na medida em que ele traz satisfação pessoal e supre nosso desejo de realização. Além disso, trabalhar é a base para a construção e o desenvolvimento de qualquer sociedade.

Até aqui sem problemas. Dá prá dizer então que até a patricinha Paris Hilton trabalha então, certo? Mas as coisas mudam um pouco de figura quando vinculamos a idéia do trabalho à recompensa financeira, principalmente o “trabalho duro”.

Houve uma época (faz muito tempo!) que não necessariamente uma coisa estava ligada à outra. Ganhar dinheiro com o trabalho é algo historicamente recente. As pessoas trabalhavam realizando atividades cotidianas para sobreviverem e melhorarem o seu entorno.

Alguém algum dia então resolveu remunerar o trabalho. A intenção era que as pessoas continuariam a fazer as tarefas, mas agora seriam recompensadas por elas.

Passou a existir a possibilidade de se fazer as tarefas para outras pessoas e assim a recompensa seria maior. Aí surgiram então os grupos de trabalhadores que, de forma organizada, fazem tarefas para outras pessoas, e são recompensados por isso, ou seja, surgiram as empresas.

Criou-se a noção de que quanto mais e melhor as atividades eram feitas, tanto maior seria a recompensa. A produtividade, ou seja, o quanto se produz em um certo tempo, virou palavra de ordem.

O discurso é de fato verdadeiro do ponto de vista de uma empresa, mas será que trabalhar duro, aumentando a produtividade, realmente leva à riqueza pessoal?

O ponto é que individualmente uma hora “batemos no teto”. Aumentamos nossa produtividade até um ponto que a recompensa financeira não é mais proporcional ao nosso esforço, ou seja, hipoteticamente um aumento de produtividade X não significa que ganharemos os mesmos X em dinheiro.

Em outras palavras, o trabalho árduo, duro, exaustivo, não marca muitos mais pontos na nossa conta bancária que o trabalho normal, ou seja, aquele que temos tempo para a família, amigos e para nós mesmos.

Além do trabalho normal, o que conta pontos no jogo financeiro são as fontes que geram dinheiro sem que necessariamente você tenha que suar mais por isso. São os lucros de sua empresa, são os dividendos de suas ações, são os juros de suas aplicações, são os aluguéis de seus imóveis etc.

Cobrindo suas necessidadedes financeiras com o dinheiro gerado por estas fontes você chegará ao patamar de riqueza em que o significado do trabalho para você volta a ser aquele original, ou seja, a satisfação pessoal e auto-realização.

Ah, só para finalizar…O pouco que trabalha a patricinha Paris Hilton nem de perto a remunera como os lucros da rede de hóteis da qual ela tem a sorte de ser herdeira. ;-)

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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Aplique a lei da compensação a sua vida financeira

Já comentei aqui no blog que uma das grandes vantagens de se manter um bom controle de sua vida financeira é poder detectar com precisão quanto e de que forma o dinheiro entra e sai do seu “bolso”.

Tendo este controle fica fácil saber como você pode compensar um gasto e assim evitar de cair numa espiral descontrolada de despesas que pode culminar em dívidas, como o famoso e caro cheque especial.

A idéia na teoria é bastante simples. Quando você se deparar com um gasto de valor significativo, assegure-se, olhando no seu controle, que existe uma fonte de rendimento de valor suficiente para cobrir este gasto.

Digo que isso é simples na teoria, porque na prática se você não automatizou sua vida financeira fica bem difícil você enxergar essa situação e você acaba estimando que o gasto tem cobertura e às vezes não tem.

Muita gente faz isso apenas na base do controle da conta corrente, ou seja, “se há saldo eu gasto, se não há eu não gasto”. Mas se você já é investidor e/ou tem mais de uma fonte de renda, o controle na base da conta corrente é insuficiente.

Várias fontes como salário, juros de aplicações, comissões, dividendos, aluguel etc podem compensar um eventual gasto, portanto, se os rendimentos destas fontes não entram em sua conta corrente pode ser que você acabe entrando no cheque especial antes de poder compensar um gasto e aí você terá que arcar com juros.

Atenção que aqui não estou falando em recorrer ao seu “fundo de emergência”, ou seja, àquele dinheiro que você tem guardado para gastos urgentes e inesperados. Isto é outra coisa.

Estou falando dos gastos cotidianos e normais, mas claro que você não precisa ficar preocupado em checar a cobertura do gasto de um único cafezinho, mas apenas de gastos médios e grandes. Então o que vale a pena é checar a compensação do gasto dos cafezinhos de um mês inteiro. ;-)

Pode parecer brincadeira, mas este raciocínio da lei da compensação é o que falta para as pessoas que não conseguem controlar suas vidas financeiras. Estas pessoas não conseguem fazer uma ligação entre o que entra e o que sai e simplesmente se perdem e viram presas fáceis para financeiras, operadoras de cartões e bancos.

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Entenda o poder da diversificação

Há praticamente 2 anos que a economia global está conturbada. A crise atual, com origem nas chamadas hipotecas “subprime” nos EUA, agora pegou forte na Europa onde os governos, após terem gasto fortunas para socorrer bancos, estão abrindo o bico.

Se você é investidor, em um momento assim deve ficar meio perdido com tantos “conselhos” vindos de vários lados

Se por um lado há os que sempre aconselham que temos que investir na bolsa, por outro nos deparamos com quedas e pânico como nestes últimos dias e o pessoal da velha e boa poupança fica dando risada e nos sentimos idiotas.

Supondo que você, assim como eu, é um investidor comum, já deve ter ouvido algumas vezes alguém dizendo: “tem que diversificar os investimentos” ou “não se pode colocar todos os ovos numa mesma cesta”.

Nestes momentos conturbados que podemos entender melhor o poder da diversificação. Mas como e por qual motivo a diversificação trás benefícios aos nossos investimentos?

Entender o benefício da diversificação passa por entender o comportamento do risco dos investimentos. Um investimento tem maior ou menor risco de acordo com a referência usada para o pagamento de rendimentos.

Se a referência é, por exemplo, um índice que quase sempre é positivo, por exemplo, a TR, o seu rendimento pode não ser dos melhores, mas é positivo. Se a referência é um índice volátil, ou seja, que oscila muito para cima ou para baixa, por exemplo, o Ibovespa, o seu rendimento também oscila muito.

Se analisarmos estes índices durante um tempão vemos que os menos arriscados têm valor médio positivo baixo e oscilam pouco em torno de um valor, já os mais arriscados têm valor médio positivo mais alto, mas oscilam muitíssimo em torno de um valor.

Essa oscilação em torno de um valor médio nada mais é do que o risco do investimento.

Se eu diversifico ou ponho o meu dinheiro em vários investimentos acontecerá um “fenômeno” matemático. As pequenas oscilações dos índices menos arriscados se juntam com as grandes oscilações dos índices mais arriscados e o resultado são oscilações médias! (Ahahaha..parece brincadeira, né?)

Ou seja:
Invest. de BAIXO risco + Invest. de ALTO risco = Invest. de MÉDIO risco

Mas e o rendimento? A média de rendimento dos investimentos de alto risco tende a ser superior à média dos investimentos de baixo riscos. Juntando os dois em uma mesma “cesta”, infelizmente, o rendimento será algo entre um e outro. Não dá ganhar em todas…

O benefício da diversificação então se resume em ter rentabilidade razoável diminuindo os riscos.

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- Consegui! Tá sobrando dinheiro. E agora?
- Profissionalize suas finanças pessoais


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